Minha mente trancafiada
Meu riso hoje, não trago nos lábios
Minhas lágrimas choro na noite, estrelada
No chão, na chuva, no cheiro da madrugada
A saudade conforta e me corta
Impassível na sua existência tenebrosa
Saudade de que ou de quem?
De algum lugar nas colinas, ou além?
O amor é um alimento divino,
Nunca pertenceu aos homens mortais
De que adianta amar, se amar dói?
De que adianta sofrer se a morte tudo corrói?
Questione-se dentre os bastardos
Procure uma diferença ao viver o que chamam de vida,
Se for amar, deixe a dor destruí-lo,
Se for sofrer, acredite que alguém roubou o amor do Divino
Amargos são estes pensamentos que tenho,
Continuando na noite...
Como num círculo vicioco...
Incompreensível.
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